6 de mai. de 2009

Lenny Kravitz no Pavilhão Atlântico

- Meus amigos, foi do best!
Há concertos que valem o tempo que se dispende e o dinheiro que se investe.
Ao final da tarde preparei-me e lá fui eu ver o Lenny Kravitz, ao vivo, no Pavilhão Atlântico. Antes de entrar e como ainda havia tempo, fui comer um prego no pão com batatas fritas e beber uma (ou duas) cervejas e um café para arrebitar. Enfim, um programa clássico para uma noite de concerto.
Entrei às 20h30 e já se ouvia um bom jazz tocado pela banda que abriu a noite. Tocaram cerca de 30 minutos e não houve quem resistisse aos solos de trompete. As cinturinhas já mexiam. O ambiente estava a aquecer e as imperiais escorregavam que nem ginjas. Fumar só lá fora e, lá fui eu enquanto o Lenny não subia ao palco. Com os atrasos próprios das vedetas (Portugal deve ser um país de vedetas pois ninguém chega a horas a lado nenhum), o concerto começou já passavam das 21h30. Decorria a terceira música e já se percebia que o Lenny se sentia em casa. O cantor tirou os óculos de sol, saudou os fãs e todo o pavilhão vibrou. Sucederam-se as músicas, os sucessos, as guitarradas e as imperiais. Faltaram alguns hits, mas não faltaram os aplausos nem as caras bonitas.
Com cerca de 2 horas de concerto, entra a Mariza para um dueto que assentou que nem uma luva. Foi um final em grande com as palavras de agradecimento de Lenny Kravitz ao público português, pela fidelidade, mesmo em tempos de crise. Fica-te bem.
Grande concerto, grande noite.

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