25 de mai. de 2009

Euro...quê?


- Vão-se lixar!

Sem perder muito tempo com o tema das eleições europeias, apenas quero dizer que eu não vou votar. Confesso que me fartei de tanta aldrabice e que já não tenho pontos de contacto com esta realidade, por isso, e mesmo sabendo que ninguém o deve fazer, decidi não ir votar.
Atente-se em algumas mensagens fixadas por alguns candidatos em cartazes por quase todo o país. Digo quase todo o país porque hoje fui a Estremoz, Portalegre e Évora e só vi cartazes de alguns, ou seja, nem se dignam a ir ao país real e ainda pedem o voto. Uma vergonha.

"Nós europeus" - Quais de nós? Pergunto.

"Assino por baixo" - Pois isso sabemos nós, assinam por baixo e sem ler.

"Não andamos a brincar aos políticos" - Pois é o que parece.

Depois há aqueles que são contra tudo, até são contra a UE, mas quando se trata de ir para lá mamar uns cobres, umas regalias e reformas chorudas, então aí bora lá.

- É nisto que querem que eu participe? Não. comigo não contam. Se tudo correr como previsto, estarei de férias no Algarve, a apanhar sol e a dar uns mergulhos, na companhia da minha mulher.

12 de mai. de 2009

11 de mai. de 2009

36º Aniversário


- Como se sentiu neste dia de aniversário?
- O João sentiu-se bem, o João acordou bem disposto.
- E os seus colegas?
- Os meus colegas deram o seu máximo e ajudaram o João a passar bem o dia, por isso, o João só pode agradecer a ajuda dos colegas.
- E os seus amigos, lembrou-se deles?
- Claro, o telefone do João não parou de tocar e, para o João esta é a prova que o João está no caminho certo, apesar das críticas.
- O que tem a dizer da arbitragem?
- O João não fala sobre a arbitragem porque errar é humano e o João, às vezes, também comete erros na vida.
- E?
- O João quer dedicar este Aniversário a toda a família, pois são eles que conhecem o verdadeiro João e sabem que o João só quer ser feliz.

É simples!


Sendo a Sabedoria a maior riqueza do Homem, importa saber quais os passos certos para alcançar a verdadeira Sabedoria. O circuito é mais simples na teoria que na prática, mas vale a pena reflectir sobre a ideia, digo eu.
Começamos por reunir os DADOS e transformá-los em INFORMAÇÃO. Da INFORMAÇÃO retira-se o CONHECIMENTO para alcançar a SABEDORIA.
De nada valem os dados se não os transformarmos em informação. Se não tivermos acesso à informação não conseguimos retirar conhecimento, e sem verdadeiro conhecimento não se alcança a sabedoria pura.
Eu avisei que era mais simples na teoria que na prática, mas reafirmo que "valia a pena pensar nisto".

10 de mai. de 2009

Fim de semana no Gerês


Foram só 3 dias , mas foram dos melhores nos últimos tempos. Para dormir e jantar optámos pela Pousada de S. Bento, na Caniçada. É um local a conhecer, nem que seja para conhecer a esplanada e ver uma das mais bonitas paisagens da região. O restaurante é bom e os quartos muito acolhedores.
Por apenas 4 euros, fizemos um passeio de barco, logo pela manhã, para conhecer a zona vista do rio. Valeu a pena e ajudou a abrir o apetite para o almoço que nos esperava no "Abocanhado". É um restaurante em Brufe, uma localidade perto de Vilarinho das Furnas, que a Teresa retirou de uma revista e, em boa hora o fez. O passeio até lá durou cerca de 40 minutos, numa estrada estreita e cheia de curvas mas que nos convidava a apreciar a natureza. Excelente a localização e muito boa cozinha.
Depois de almoço, seguimos o nosso passeio e fomos até a próxima visita programada, S. Bento da Porta Aberta. Fomos visitar o santuário e conhecer S. Bentinho da Porta Aberta. É um sítio especial, daqueles sítios onde nos sentimos protegidos sem saber bem porquê.
Conhecer a Pousada, passear de barco, almoçar e jantar divinalmente, visitar locais especiais e fazer outras coisas que não digo com a companhia da Teresa é um privilégio, um prazer e uma honra. Isto lava a alma de qualquer um e assim sou feliz.


6 de mai. de 2009

Lenny Kravitz no Pavilhão Atlântico

- Meus amigos, foi do best!
Há concertos que valem o tempo que se dispende e o dinheiro que se investe.
Ao final da tarde preparei-me e lá fui eu ver o Lenny Kravitz, ao vivo, no Pavilhão Atlântico. Antes de entrar e como ainda havia tempo, fui comer um prego no pão com batatas fritas e beber uma (ou duas) cervejas e um café para arrebitar. Enfim, um programa clássico para uma noite de concerto.
Entrei às 20h30 e já se ouvia um bom jazz tocado pela banda que abriu a noite. Tocaram cerca de 30 minutos e não houve quem resistisse aos solos de trompete. As cinturinhas já mexiam. O ambiente estava a aquecer e as imperiais escorregavam que nem ginjas. Fumar só lá fora e, lá fui eu enquanto o Lenny não subia ao palco. Com os atrasos próprios das vedetas (Portugal deve ser um país de vedetas pois ninguém chega a horas a lado nenhum), o concerto começou já passavam das 21h30. Decorria a terceira música e já se percebia que o Lenny se sentia em casa. O cantor tirou os óculos de sol, saudou os fãs e todo o pavilhão vibrou. Sucederam-se as músicas, os sucessos, as guitarradas e as imperiais. Faltaram alguns hits, mas não faltaram os aplausos nem as caras bonitas.
Com cerca de 2 horas de concerto, entra a Mariza para um dueto que assentou que nem uma luva. Foi um final em grande com as palavras de agradecimento de Lenny Kravitz ao público português, pela fidelidade, mesmo em tempos de crise. Fica-te bem.
Grande concerto, grande noite.